
Há uma hora do dia em que eles se sentem confortados. Há uma droga que ao usarem, eles se sentem unidos. Há uma pessoa que eles escolhem para sentirem-se amados... Ou não.
A realidade dos jovens infratores é diferente, lógico. Não é algo tão fácil de se entender, e muito menos de se retratar.
Não é a renda financeira nem a raça que os levam a este caminho, e sim, o destino.
São jovens como todos os outros, amaldiçoados por suas casas e pela estrada que os levaram a serem conhecidos como infratores.
Um título tão pesado como este, onde a força de vontade e o querer são inimigos do sujeito. Talvez devemos tentar entendê-los... Ou talvez devemos apenas julgá-los e discriminá-los como todos fazem.
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